Depois de pronta para a festa mesmo magoada com tudo aquilo, saiu do quarto e se sentou na sala.
Parece que queria se vingar, estava vestindo uma saia rosa curtíssima que deixava a mostra suas coxas grossas e seus pelos dourados, Uma blusa preta muito decotada, que destaca seus seios rígidos.
Um salto alto que empinava ainda mais sua bunda, e aqueles cabelos pretos até a cintura, que pediam para serem puxados.
Isso tudo combinado com um perfume delicioso de morango.
Se debruçou na janela, olhando a vizinhança e as luzes da cidade enquanto esperava... Estrategicamente na frente da porta do quarto de Augusto deixou aparecer que não usava calcinha.
Uns 5 minutos depois Augusto saiu do quarto.
E se deparou com aquela cena, aquela sainha rodadinha tão curta, e aquela bunda quase toda a mostra, aqueles cabelos pretos, lisos e longos que ele tanto gostava.
Ficou duro na mesma hora, decidiu não fazer barulho para não assustar Marina e assim tinha mais tempo de apreciar.
Percebeu que ela não usava calcinha, que ela não tinha pelo nenhum naquela grutinha jovem e ficou ainda mais louco.
Retomou a consciência e resolveu chamar, mas, de um jeito mais carinhoso, pois já tinha sido muito duro com ela antes.
Chegou Por trás dela e beijou a bochecha.
-Lindinha, ta cheirosa...vamos?
[ela respondeu, mas, ainda estava com vergonha dele]
-Hum, sim.
[ele querendo animar ela um pouquinho]
- A mulher mais linda dessa festa vai estar comigo, tenho sorte não é?
[ela mimada como era, resolveu retrucar]
- é, eu é que não tenho muita sorte...
Desceram no elevador e no saguão do prédio ele já teve uma prova que seria difícil não sentir ciúme de sua ninfetinha.
Os filhos do vizinho ao lado, tinham a mesma idade de Marina.
E Quando a viram já foram perguntar pra ele o nome, se ela era solteira e etc.
-E ai Guto, que sobrinha linda, heim? Disseram os meninos.
Augusto percebendo o sorriso que Marina deu, e vendo que aquilo ali poderia se alongar resolveu cortar a conversa ali.
- Que sobrinha o que, rapaz. Essa é minha princesa.
Abraçando Marina pela cintura com força, deixando a menina louca.
Foi até o carro segurando ela, abriu a porta pra ela e foram para a festa.
Vendo que o silencio estava ficando perturbador, resolveu conversar sobre o acontecido para ver se as coisas melhoravam.
-Lindinha, desculpa!
Eu não disse aquilo pra te magoar, mas, eu te acho tão legal, tenho medo da gente se envolver e eu perder esse lance bom que a gente tem.
Não que eu não tenha vontade... você é uma das mulheres mais bonitas que já tive nesse banco ai.
Mas Marina, não mais se importava em agradar Augusto, respondeu rígida.
-Tudo bem ...eu sei quando um homem não me quer, eu sei as desculpas que eles dão... não se sinta no dever de se desculpar.
No fundo ela gostava daquilo, gostava de ser humilhada e até fazia aquela situação ser assim.
Augusto parou o carro e sem pensar beijou a menina com vontade, passou os dedos naquela grutinha lisinha e disse :
-eu quero você sim, quero muito! Você está me enlouquecendo desde que chegou aqui, não me provoca tanto sua piranhinha que você não vai me agüentar!
Marina queria provocar até ele não agüentar mesmo, e respondeu:
- É, mas eu quero ser sua putinha hoje, vou te provocar até você não agüentar mais e me pegar de um jeito que você nunca fez com ninguém... Sou sua Guto, sou sua e nada vai mudar isso essa noite.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
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