segunda-feira, 24 de maio de 2010

Marina e Augusto - Amizade colorida

Marina e Augusto.
Ela era estudante, morava sozinha e cheia de vida.
Ele já tinha uma vida resolvida , trabalhava e também morava sozinho.
Eles se conheceram meio sem querer, na internet e a intimidade surgiu logo na segunda conversa.
Ela falou das suas preferências sexuais, ele aprovou. Ficou combinado que não se envolveriam pra não perder a amizade.
Fizeram vários planos e contaram várias histórias.
Ele a excitava de uma maneira que ela não conseguia compreender.
Também era o exemplo de um homem que ela desejava naquele momento.
Maduro, grande, descolado e experiente.
Ela se masturbava pensando nele nos últimos dias mesmo que eles tivessem um contrato de nunca se relacionarem.
Isso deixava a menina com poucas esperanças, mas, excitada.
Teria uma festa na cidade dele que ela queria muito ir e um dia conversando ele acabou por convidar ela para passar uns dias em sua casa e ir na tal festa como companhia.
Seria uma chance pra ela, porque não?
Pensou durante dias em como fazer tudo sem culpa depois...
Bom era o dia de ir pra lá e se arrumou toda, levou roupas atraentes e tudo que poderia fazer para se tornar interessante pra ele.
Pegou o carro e foi .
Atrasou uma hora e meia .... chegando na casa dele, presenciou ele se despedindo de uma de suas ‘presas’, sentiu um pouco de ciúmes e ficou um pouco desconfortável no começo... Se tornando um pouco tímida.
Mas ele era tão cativante que não durou muito tempo aquele clima ruim, ele pegou as coisas dela e subiu , abriu a porta pra ela entrar, mandou ela ficar a vontade.
Mostrou o quarto que ela ficaria tudo preparado especialmente para recebê-la.
E ela sabia que tinha sorte, pois, mulher nenhuma dormiria na casa dele com tanta coisa especial.
Durante a tarde foi tudo quase normal.
Assistiram filme, comeram e até cochilaram um pouco no sofá da sala... Quando acordaram estavam acidentalmente de conchinha!
Ela pode sentir aquele pau delicioso bem encostado, e ficou mais doida ainda.
Ele vendo ela com aquele vestido curto e com a saia um pouco pra cima do que devia, acabou ficando duro e envergonhado.
Mas, a intimidade entre eles permitiu uma piadinha e boas risadas.
Ela pediu pra tomar banho, pra começar a se arrumar.
Ele arrumou toalhas e mostrou o banheiro, uma banheira de hidromassagem que ele queria que ela experimentasse.
Ficou com ela enquanto a água da banheira escorria, aquele clima acabou encorajando Marina.

- Toma banho comigo, Guto?
[ele surpreso e duro... respondeu]
-Você não se lembra do que combinamos, não quero comer você, desculpa ser duro assim, mas, não quero você.

Os olhos dela se embaçaram e ele viu aqueles olhinhos lindos marejados.
Desculpou-se e disse que seria melhor assim, abraçou e deu um selinho... talvez por caridade.

Ela não tinha clima pra encarar ele agora, pensava em como ir embora sem que ele visse... Foi o banho mais triste e mais demorado de toda sua vida.
Uma coragem que não vinha e um amargo na boca, triste.
Ele entrou no quarto dela e se perguntou várias vezes porque é que tinha que ser assim,
Que ele não podia se sentir atraído por ela ,eram amigos!
E ficou triste também.
Olhou um pouco as coisas dela por ali, cheirou as roupas, imaginou ela em todas elas e ficou excitado.
Se trancou no seu quarto com uma calcinha dela e se masturbou com vontade, gozando
Em cima da calcinha e se aliviando um pouco.
Quando ela finalmente saiu do banheiro, enroladas em uma toalha e descalça, ele estava na sala.
Foi abraçar Marina que por sua vez, pediu pra ele não fazer aquilo se não ela choraria na frente dele.
Ela estava acostumada a ter tudo que queria e não imaginava que seria diferente com Augusto.

Um comentário:

  1. "Ela estava acostumada a ter tudo que queria e não imaginava que seria diferente com Augusto."

    Pois bem Augustos devem estar sempre preprados para fazerem juz aos seus nomes.

    Excelente texto.

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