O texto de hoje foi dividido em quatro partes, é bem mais intenso e detalhado.
espero que gostem ... fiquem a vontade :)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Marina e Augusto - Amizade colorida
Marina e Augusto.
Ela era estudante, morava sozinha e cheia de vida.
Ele já tinha uma vida resolvida , trabalhava e também morava sozinho.
Eles se conheceram meio sem querer, na internet e a intimidade surgiu logo na segunda conversa.
Ela falou das suas preferências sexuais, ele aprovou. Ficou combinado que não se envolveriam pra não perder a amizade.
Fizeram vários planos e contaram várias histórias.
Ele a excitava de uma maneira que ela não conseguia compreender.
Também era o exemplo de um homem que ela desejava naquele momento.
Maduro, grande, descolado e experiente.
Ela se masturbava pensando nele nos últimos dias mesmo que eles tivessem um contrato de nunca se relacionarem.
Isso deixava a menina com poucas esperanças, mas, excitada.
Teria uma festa na cidade dele que ela queria muito ir e um dia conversando ele acabou por convidar ela para passar uns dias em sua casa e ir na tal festa como companhia.
Seria uma chance pra ela, porque não?
Pensou durante dias em como fazer tudo sem culpa depois...
Bom era o dia de ir pra lá e se arrumou toda, levou roupas atraentes e tudo que poderia fazer para se tornar interessante pra ele.
Pegou o carro e foi .
Atrasou uma hora e meia .... chegando na casa dele, presenciou ele se despedindo de uma de suas ‘presas’, sentiu um pouco de ciúmes e ficou um pouco desconfortável no começo... Se tornando um pouco tímida.
Mas ele era tão cativante que não durou muito tempo aquele clima ruim, ele pegou as coisas dela e subiu , abriu a porta pra ela entrar, mandou ela ficar a vontade.
Mostrou o quarto que ela ficaria tudo preparado especialmente para recebê-la.
E ela sabia que tinha sorte, pois, mulher nenhuma dormiria na casa dele com tanta coisa especial.
Durante a tarde foi tudo quase normal.
Assistiram filme, comeram e até cochilaram um pouco no sofá da sala... Quando acordaram estavam acidentalmente de conchinha!
Ela pode sentir aquele pau delicioso bem encostado, e ficou mais doida ainda.
Ele vendo ela com aquele vestido curto e com a saia um pouco pra cima do que devia, acabou ficando duro e envergonhado.
Mas, a intimidade entre eles permitiu uma piadinha e boas risadas.
Ela pediu pra tomar banho, pra começar a se arrumar.
Ele arrumou toalhas e mostrou o banheiro, uma banheira de hidromassagem que ele queria que ela experimentasse.
Ficou com ela enquanto a água da banheira escorria, aquele clima acabou encorajando Marina.
- Toma banho comigo, Guto?
[ele surpreso e duro... respondeu]
-Você não se lembra do que combinamos, não quero comer você, desculpa ser duro assim, mas, não quero você.
Os olhos dela se embaçaram e ele viu aqueles olhinhos lindos marejados.
Desculpou-se e disse que seria melhor assim, abraçou e deu um selinho... talvez por caridade.
Ela não tinha clima pra encarar ele agora, pensava em como ir embora sem que ele visse... Foi o banho mais triste e mais demorado de toda sua vida.
Uma coragem que não vinha e um amargo na boca, triste.
Ele entrou no quarto dela e se perguntou várias vezes porque é que tinha que ser assim,
Que ele não podia se sentir atraído por ela ,eram amigos!
E ficou triste também.
Olhou um pouco as coisas dela por ali, cheirou as roupas, imaginou ela em todas elas e ficou excitado.
Se trancou no seu quarto com uma calcinha dela e se masturbou com vontade, gozando
Em cima da calcinha e se aliviando um pouco.
Quando ela finalmente saiu do banheiro, enroladas em uma toalha e descalça, ele estava na sala.
Foi abraçar Marina que por sua vez, pediu pra ele não fazer aquilo se não ela choraria na frente dele.
Ela estava acostumada a ter tudo que queria e não imaginava que seria diferente com Augusto.
Ela era estudante, morava sozinha e cheia de vida.
Ele já tinha uma vida resolvida , trabalhava e também morava sozinho.
Eles se conheceram meio sem querer, na internet e a intimidade surgiu logo na segunda conversa.
Ela falou das suas preferências sexuais, ele aprovou. Ficou combinado que não se envolveriam pra não perder a amizade.
Fizeram vários planos e contaram várias histórias.
Ele a excitava de uma maneira que ela não conseguia compreender.
Também era o exemplo de um homem que ela desejava naquele momento.
Maduro, grande, descolado e experiente.
Ela se masturbava pensando nele nos últimos dias mesmo que eles tivessem um contrato de nunca se relacionarem.
Isso deixava a menina com poucas esperanças, mas, excitada.
Teria uma festa na cidade dele que ela queria muito ir e um dia conversando ele acabou por convidar ela para passar uns dias em sua casa e ir na tal festa como companhia.
Seria uma chance pra ela, porque não?
Pensou durante dias em como fazer tudo sem culpa depois...
Bom era o dia de ir pra lá e se arrumou toda, levou roupas atraentes e tudo que poderia fazer para se tornar interessante pra ele.
Pegou o carro e foi .
Atrasou uma hora e meia .... chegando na casa dele, presenciou ele se despedindo de uma de suas ‘presas’, sentiu um pouco de ciúmes e ficou um pouco desconfortável no começo... Se tornando um pouco tímida.
Mas ele era tão cativante que não durou muito tempo aquele clima ruim, ele pegou as coisas dela e subiu , abriu a porta pra ela entrar, mandou ela ficar a vontade.
Mostrou o quarto que ela ficaria tudo preparado especialmente para recebê-la.
E ela sabia que tinha sorte, pois, mulher nenhuma dormiria na casa dele com tanta coisa especial.
Durante a tarde foi tudo quase normal.
Assistiram filme, comeram e até cochilaram um pouco no sofá da sala... Quando acordaram estavam acidentalmente de conchinha!
Ela pode sentir aquele pau delicioso bem encostado, e ficou mais doida ainda.
Ele vendo ela com aquele vestido curto e com a saia um pouco pra cima do que devia, acabou ficando duro e envergonhado.
Mas, a intimidade entre eles permitiu uma piadinha e boas risadas.
Ela pediu pra tomar banho, pra começar a se arrumar.
Ele arrumou toalhas e mostrou o banheiro, uma banheira de hidromassagem que ele queria que ela experimentasse.
Ficou com ela enquanto a água da banheira escorria, aquele clima acabou encorajando Marina.
- Toma banho comigo, Guto?
[ele surpreso e duro... respondeu]
-Você não se lembra do que combinamos, não quero comer você, desculpa ser duro assim, mas, não quero você.
Os olhos dela se embaçaram e ele viu aqueles olhinhos lindos marejados.
Desculpou-se e disse que seria melhor assim, abraçou e deu um selinho... talvez por caridade.
Ela não tinha clima pra encarar ele agora, pensava em como ir embora sem que ele visse... Foi o banho mais triste e mais demorado de toda sua vida.
Uma coragem que não vinha e um amargo na boca, triste.
Ele entrou no quarto dela e se perguntou várias vezes porque é que tinha que ser assim,
Que ele não podia se sentir atraído por ela ,eram amigos!
E ficou triste também.
Olhou um pouco as coisas dela por ali, cheirou as roupas, imaginou ela em todas elas e ficou excitado.
Se trancou no seu quarto com uma calcinha dela e se masturbou com vontade, gozando
Em cima da calcinha e se aliviando um pouco.
Quando ela finalmente saiu do banheiro, enroladas em uma toalha e descalça, ele estava na sala.
Foi abraçar Marina que por sua vez, pediu pra ele não fazer aquilo se não ela choraria na frente dele.
Ela estava acostumada a ter tudo que queria e não imaginava que seria diferente com Augusto.
Se arrumando
Depois de pronta para a festa mesmo magoada com tudo aquilo, saiu do quarto e se sentou na sala.
Parece que queria se vingar, estava vestindo uma saia rosa curtíssima que deixava a mostra suas coxas grossas e seus pelos dourados, Uma blusa preta muito decotada, que destaca seus seios rígidos.
Um salto alto que empinava ainda mais sua bunda, e aqueles cabelos pretos até a cintura, que pediam para serem puxados.
Isso tudo combinado com um perfume delicioso de morango.
Se debruçou na janela, olhando a vizinhança e as luzes da cidade enquanto esperava... Estrategicamente na frente da porta do quarto de Augusto deixou aparecer que não usava calcinha.
Uns 5 minutos depois Augusto saiu do quarto.
E se deparou com aquela cena, aquela sainha rodadinha tão curta, e aquela bunda quase toda a mostra, aqueles cabelos pretos, lisos e longos que ele tanto gostava.
Ficou duro na mesma hora, decidiu não fazer barulho para não assustar Marina e assim tinha mais tempo de apreciar.
Percebeu que ela não usava calcinha, que ela não tinha pelo nenhum naquela grutinha jovem e ficou ainda mais louco.
Retomou a consciência e resolveu chamar, mas, de um jeito mais carinhoso, pois já tinha sido muito duro com ela antes.
Chegou Por trás dela e beijou a bochecha.
-Lindinha, ta cheirosa...vamos?
[ela respondeu, mas, ainda estava com vergonha dele]
-Hum, sim.
[ele querendo animar ela um pouquinho]
- A mulher mais linda dessa festa vai estar comigo, tenho sorte não é?
[ela mimada como era, resolveu retrucar]
- é, eu é que não tenho muita sorte...
Desceram no elevador e no saguão do prédio ele já teve uma prova que seria difícil não sentir ciúme de sua ninfetinha.
Os filhos do vizinho ao lado, tinham a mesma idade de Marina.
E Quando a viram já foram perguntar pra ele o nome, se ela era solteira e etc.
-E ai Guto, que sobrinha linda, heim? Disseram os meninos.
Augusto percebendo o sorriso que Marina deu, e vendo que aquilo ali poderia se alongar resolveu cortar a conversa ali.
- Que sobrinha o que, rapaz. Essa é minha princesa.
Abraçando Marina pela cintura com força, deixando a menina louca.
Foi até o carro segurando ela, abriu a porta pra ela e foram para a festa.
Vendo que o silencio estava ficando perturbador, resolveu conversar sobre o acontecido para ver se as coisas melhoravam.
-Lindinha, desculpa!
Eu não disse aquilo pra te magoar, mas, eu te acho tão legal, tenho medo da gente se envolver e eu perder esse lance bom que a gente tem.
Não que eu não tenha vontade... você é uma das mulheres mais bonitas que já tive nesse banco ai.
Mas Marina, não mais se importava em agradar Augusto, respondeu rígida.
-Tudo bem ...eu sei quando um homem não me quer, eu sei as desculpas que eles dão... não se sinta no dever de se desculpar.
No fundo ela gostava daquilo, gostava de ser humilhada e até fazia aquela situação ser assim.
Augusto parou o carro e sem pensar beijou a menina com vontade, passou os dedos naquela grutinha lisinha e disse :
-eu quero você sim, quero muito! Você está me enlouquecendo desde que chegou aqui, não me provoca tanto sua piranhinha que você não vai me agüentar!
Marina queria provocar até ele não agüentar mesmo, e respondeu:
- É, mas eu quero ser sua putinha hoje, vou te provocar até você não agüentar mais e me pegar de um jeito que você nunca fez com ninguém... Sou sua Guto, sou sua e nada vai mudar isso essa noite.
Parece que queria se vingar, estava vestindo uma saia rosa curtíssima que deixava a mostra suas coxas grossas e seus pelos dourados, Uma blusa preta muito decotada, que destaca seus seios rígidos.
Um salto alto que empinava ainda mais sua bunda, e aqueles cabelos pretos até a cintura, que pediam para serem puxados.
Isso tudo combinado com um perfume delicioso de morango.
Se debruçou na janela, olhando a vizinhança e as luzes da cidade enquanto esperava... Estrategicamente na frente da porta do quarto de Augusto deixou aparecer que não usava calcinha.
Uns 5 minutos depois Augusto saiu do quarto.
E se deparou com aquela cena, aquela sainha rodadinha tão curta, e aquela bunda quase toda a mostra, aqueles cabelos pretos, lisos e longos que ele tanto gostava.
Ficou duro na mesma hora, decidiu não fazer barulho para não assustar Marina e assim tinha mais tempo de apreciar.
Percebeu que ela não usava calcinha, que ela não tinha pelo nenhum naquela grutinha jovem e ficou ainda mais louco.
Retomou a consciência e resolveu chamar, mas, de um jeito mais carinhoso, pois já tinha sido muito duro com ela antes.
Chegou Por trás dela e beijou a bochecha.
-Lindinha, ta cheirosa...vamos?
[ela respondeu, mas, ainda estava com vergonha dele]
-Hum, sim.
[ele querendo animar ela um pouquinho]
- A mulher mais linda dessa festa vai estar comigo, tenho sorte não é?
[ela mimada como era, resolveu retrucar]
- é, eu é que não tenho muita sorte...
Desceram no elevador e no saguão do prédio ele já teve uma prova que seria difícil não sentir ciúme de sua ninfetinha.
Os filhos do vizinho ao lado, tinham a mesma idade de Marina.
E Quando a viram já foram perguntar pra ele o nome, se ela era solteira e etc.
-E ai Guto, que sobrinha linda, heim? Disseram os meninos.
Augusto percebendo o sorriso que Marina deu, e vendo que aquilo ali poderia se alongar resolveu cortar a conversa ali.
- Que sobrinha o que, rapaz. Essa é minha princesa.
Abraçando Marina pela cintura com força, deixando a menina louca.
Foi até o carro segurando ela, abriu a porta pra ela e foram para a festa.
Vendo que o silencio estava ficando perturbador, resolveu conversar sobre o acontecido para ver se as coisas melhoravam.
-Lindinha, desculpa!
Eu não disse aquilo pra te magoar, mas, eu te acho tão legal, tenho medo da gente se envolver e eu perder esse lance bom que a gente tem.
Não que eu não tenha vontade... você é uma das mulheres mais bonitas que já tive nesse banco ai.
Mas Marina, não mais se importava em agradar Augusto, respondeu rígida.
-Tudo bem ...eu sei quando um homem não me quer, eu sei as desculpas que eles dão... não se sinta no dever de se desculpar.
No fundo ela gostava daquilo, gostava de ser humilhada e até fazia aquela situação ser assim.
Augusto parou o carro e sem pensar beijou a menina com vontade, passou os dedos naquela grutinha lisinha e disse :
-eu quero você sim, quero muito! Você está me enlouquecendo desde que chegou aqui, não me provoca tanto sua piranhinha que você não vai me agüentar!
Marina queria provocar até ele não agüentar mesmo, e respondeu:
- É, mas eu quero ser sua putinha hoje, vou te provocar até você não agüentar mais e me pegar de um jeito que você nunca fez com ninguém... Sou sua Guto, sou sua e nada vai mudar isso essa noite.
A festa
Já na festa, ela dançou com vontade mas sempre perto dele.
Ele se excitava com aquilo, quando ela queria ir pra um lugar diferente o pegava pelas mãos e levava ele junto... Como uma namorada.
Ele sentia todos os homens daquele lugar olhando praquelas pernas, praqueles seios.
Ficava meio perturbado e resolvia mostrar que aquilo era dele! Pelo menos pra eles ele queria mostrar que era.
Dançava com ela colado, colocava a mão naquelas pernas e abraçava por trás,
Cheirava os cabelos, dava beijinhos no rosto dela.
Ela se virava e provocava ele, passando as mãos no rosto dele, descendo no peito
E parando em cima daquele pau que ela tanto queria provar.
Dava um sorriso e um selinho, falava no ouvido pra ele relaxar... que ela era só dele, pelo menos naquela noite.
Ela não esperava que boa parte das ‘presas’ de augusto estariam nessa festa.
Começou a ver que ele sorria pra uma, piscava pra outra.
Era gentil e sorridente com elas...
Ficou brava e tirou as mãos dele da cintura dela.
- Você vai com elas, me deixa aqui sozinha!
Pisando firme se dirigindo ao bar e pedindo uma cerveja.
Ele não podia ficar ruim com suas amigas, afinal, ela iria embora no domingo e ele ficaria ali.
Não foi atrás dela, conversou com todas distribuiu beijos no rosto e sorrisos...
Ela ficou olhando de longe, se remoendo um pouco... Ela se abalava fácil.
Tinha certeza que ele não era dela, aquilo abalava ela demais.
Ficou debruçada no balcão um bom tempo de olhos fechados pensando que poderia desistir dele ali e ir embora, seria só um cara que ela não conseguiu ter.
A amizade deles ia acabar ali, mas, ela não ia ter que se enciumar mais por nada.
Ele via ela lá sozinha de cabeça baixa e tinha vontade de pegar ela no colo e levar pra casa, mas tinha uma reputação a zelar não podia fazer aquilo e se queimar com as outras mulheres...
Os amigos dele começaram a chegar e todos começaram a falar da menina de saia rosa desanimada no balcão... Todos disseram que era a mais gostosa da festa.
Até que um resolveu investir.
Augusto enlouqueceu, deu umas desculpas, disse que era amiga dele e que tava ali porque estava passando mal, pra deixarem ela sossegada.
Bom, Marina pensou tanto em ir embora que o fez.
Levantou-se e saiu da festa... Do lado de fora tentou tomar um taxi ou ver se tinha algum ônibus por ali.
Augusto se desesperou quando não viu mais a menina por ali.
Saiu lá fora e viu que ela já estava distante, quase virando a esquina da rua da danceteria... Pegou o carro e foi atrás, preocupado.
- Marina, entra no carro. Vamos pra casa.
Ela respondeu, chorando.
- Não quero!
Ele disse então, sabendo que ela adorava ser submissa.
- Entra aqui agora, se não você vai apanhar! Não vou ter dó de você.
Ela então sorriu e respondeu.
-Cadê suas amigas?
-Deixa de bobagem sua desobediente, parou o carro e foi atrás dela.
Ela correu um pouco dele, mas sabia que não ia conseguir fugir e nem queria... Foi só um teatrinho pra deixar as coisas mais excitantes.
Ele a pegou no colo e a jogou no banco do lado trancou a porta dela e travou.
Entrou e fechou os vidros:
- Mulher nenhuma me dá trabalho assim sua vadiazinha, e deu um tapa nas pernas dela. Quando eu disser pra você vir, você vai vir e pronto, eu mando em você!!!
Ela abriu um pouco as pernas e começou a provocar.
- Ai Guto, não me bate não... olha como ela fica quando você fica bravo comigo...
Passou o dedo e colocou na boca dele.
-Sente o gosto dela, ela não se agüenta mais de vontade...
Beijou ele na boca e subiu no colo dele, se esfregando... Mordeu as orelhas dele e disse:
-Leva sua menininha pra casa que eu vou te mostrar umas coisinhas...
Ele colocou ela de volta no banco e foram pra casa, o mais rápido possível.
Ele se excitava com aquilo, quando ela queria ir pra um lugar diferente o pegava pelas mãos e levava ele junto... Como uma namorada.
Ele sentia todos os homens daquele lugar olhando praquelas pernas, praqueles seios.
Ficava meio perturbado e resolvia mostrar que aquilo era dele! Pelo menos pra eles ele queria mostrar que era.
Dançava com ela colado, colocava a mão naquelas pernas e abraçava por trás,
Cheirava os cabelos, dava beijinhos no rosto dela.
Ela se virava e provocava ele, passando as mãos no rosto dele, descendo no peito
E parando em cima daquele pau que ela tanto queria provar.
Dava um sorriso e um selinho, falava no ouvido pra ele relaxar... que ela era só dele, pelo menos naquela noite.
Ela não esperava que boa parte das ‘presas’ de augusto estariam nessa festa.
Começou a ver que ele sorria pra uma, piscava pra outra.
Era gentil e sorridente com elas...
Ficou brava e tirou as mãos dele da cintura dela.
- Você vai com elas, me deixa aqui sozinha!
Pisando firme se dirigindo ao bar e pedindo uma cerveja.
Ele não podia ficar ruim com suas amigas, afinal, ela iria embora no domingo e ele ficaria ali.
Não foi atrás dela, conversou com todas distribuiu beijos no rosto e sorrisos...
Ela ficou olhando de longe, se remoendo um pouco... Ela se abalava fácil.
Tinha certeza que ele não era dela, aquilo abalava ela demais.
Ficou debruçada no balcão um bom tempo de olhos fechados pensando que poderia desistir dele ali e ir embora, seria só um cara que ela não conseguiu ter.
A amizade deles ia acabar ali, mas, ela não ia ter que se enciumar mais por nada.
Ele via ela lá sozinha de cabeça baixa e tinha vontade de pegar ela no colo e levar pra casa, mas tinha uma reputação a zelar não podia fazer aquilo e se queimar com as outras mulheres...
Os amigos dele começaram a chegar e todos começaram a falar da menina de saia rosa desanimada no balcão... Todos disseram que era a mais gostosa da festa.
Até que um resolveu investir.
Augusto enlouqueceu, deu umas desculpas, disse que era amiga dele e que tava ali porque estava passando mal, pra deixarem ela sossegada.
Bom, Marina pensou tanto em ir embora que o fez.
Levantou-se e saiu da festa... Do lado de fora tentou tomar um taxi ou ver se tinha algum ônibus por ali.
Augusto se desesperou quando não viu mais a menina por ali.
Saiu lá fora e viu que ela já estava distante, quase virando a esquina da rua da danceteria... Pegou o carro e foi atrás, preocupado.
- Marina, entra no carro. Vamos pra casa.
Ela respondeu, chorando.
- Não quero!
Ele disse então, sabendo que ela adorava ser submissa.
- Entra aqui agora, se não você vai apanhar! Não vou ter dó de você.
Ela então sorriu e respondeu.
-Cadê suas amigas?
-Deixa de bobagem sua desobediente, parou o carro e foi atrás dela.
Ela correu um pouco dele, mas sabia que não ia conseguir fugir e nem queria... Foi só um teatrinho pra deixar as coisas mais excitantes.
Ele a pegou no colo e a jogou no banco do lado trancou a porta dela e travou.
Entrou e fechou os vidros:
- Mulher nenhuma me dá trabalho assim sua vadiazinha, e deu um tapa nas pernas dela. Quando eu disser pra você vir, você vai vir e pronto, eu mando em você!!!
Ela abriu um pouco as pernas e começou a provocar.
- Ai Guto, não me bate não... olha como ela fica quando você fica bravo comigo...
Passou o dedo e colocou na boca dele.
-Sente o gosto dela, ela não se agüenta mais de vontade...
Beijou ele na boca e subiu no colo dele, se esfregando... Mordeu as orelhas dele e disse:
-Leva sua menininha pra casa que eu vou te mostrar umas coisinhas...
Ele colocou ela de volta no banco e foram pra casa, o mais rápido possível.
final
Chegando em casa ele tirou as roupas dela com vontade, lambendo os seios e mordendo a deixando cada vez mais louca.
Ela tirou as roupas dele , se ajoelhou, mordeu o pau dele devagarzinho....
Lambeu inteiro, o saco, pegou com a mão... Enfiou na boca tudo.
Fez um oral bem gostoso e molhado até ele não agüentar mais.
- Me dá leitinho dá Guto?
Ele até sem ar, gozou na boca daquela princesinha, a fazendo se lambuzar inteira com aquilo tudo e beber um pouco.
- To sujinha, me lava?
Ele deu um sorriso, nunca tinha transado com uma adolescente, achava divino aquela infantilidade e dependência... E se sentia ainda mais excitado.
Encheu a banheira e desta vez entrou com ela, passou espuma por todo o corpo dela, ficando duro novamente...
- To com uma vontade de chupar essa bucetinha gostosa gatinha, senta aqui na beiradinha... Deixa lamber essa grutinha, sentir seu gostinho de neném.
Ela ficou animada, sentou na beira da banheira e abriu as pernas, mandou um beijinho pra ele e disse:
-Me lambe vai? Me deixa gozar na sua boca.
Pra sua surpresa, marina tinha um piercing clitoriano!
Ele sempre quis provar uma mulher que tivesse.
Ficou um bom tempo beijando, chupando e mordendo ali... Introduzia os dedos às vezes naquela bucetinha já muito molhada de tesão... Ouvia ela gritar e dizer sacanagens, enquanto chupava ela sem pressa... Queria ser o melhor pra ela ali.
- Goza vai putinha, eu to mandando!Quero sentir seu gosto aqui na minha boca...
Lambia mais rápido e os dedos deslizavam com força até ela não agüentar e gozar tudo na boca dele.
Ele lambeu e deixou-a sequinha, a colocou dentro da banheira de novo e deixou ela descansar um pouquinho enquanto fazia carinho nela.
- Gozou né, minha deusinha... Ta toda molinha agora, deita a cabeça aqui no peito do titio e descansa.
Ficaram ali uns minutos até ele se levantar e se secar. Enrolou ela numa toalha e levou pra cama.
Ela disse:
- Agora me fode, Guto... Me deixa sentir esse pauzão inteiro em mim.
Ele riu e se animou.
Deitou ela de lado e ficou atrás, começou enfiando só um pouquinho porque marina era muito apertadinha e estava doendo um pouco.
-Que delicia de bucetinha meu bebê, tão pequenininha...
Ela respondeu:
- mete sem dó em mim, mete? To ficando louca de vontade.
Sem pensar duas vezes ele meteu tudo nela e forte. Ouvindo ela gritar e gemer, delirar com aquele pau inteiro nela.
- Que delicia Guto, mete em mim, me fode inteira... não fica com dó de mim não.
Ele socava fundo e com força, tirando o ar da menina às vezes e se segurando pra não gozar, ela era uma delicia!
-Eu vou gozar Guto, gozar tudo no seu pau.
Tremeu, gritou... E gozou intensamente deixando augusto lambuzado de gozo.
- Que gatinha levada, me sujou inteiro. Vai limpar agora!
Ela lambeu aquele pau inteiro, chupou um pouco e jogou augusto na cama...
-Eu quero ficar em cima agora.
Foi se agachando e ficava rebolando na cabeça do pau dele, ele delirava com aquilo.
Tinha que se concentrar pra não gozar ali... Ela ria e se divertia com aquilo... Cada vez mais levada.
Sem pensar em nada ele puxou ela pra baixo, entrando tudo...
- Aíí, que gostoso, você vai ver agora seu cachorro!
Subia e descia com vontade, rebolava bastante e gemia, o gemido dela era musica pra ele... começou então a fazer movimentos constantes e fortes.. ele batia na bunda dela com vontade... não agüentava mais e avisou que ia gozar, ela disse que ia também.
Gozaram juntos e forte... Ficando inconscientes por segundos.
Depois, ela beijou ele e disse:
- Gostoso... come meu rabinho come?
- como com prazer minha delicia, com prazer!
Ele pegou ela e colocou de quatro, enfiava o pau naquela bucetinha gozada e colocava no rabinho devagar , a menina se contorcia de desejo... queimava de desejo.
Até ficar confortável e gostoso... ele começou a bombar forte e com força.
-Fica bravo comigo, fica ?
- Sua putinha, dando o rabinho pra um cara que nunca te comeu antes, é isso que você faz com todos né? Você é muito puta mesmo.
Ela não se agüentou, rebolou bastante naquele pau, até sentir...
Avisou que ia gozar e gritou...
Ele acabou gozando junto.
Exaustos, se beijaram e sorriram.
Decidiram por um banho, essa história não acaba aqui.
Mas, por hoje é só.
Beijos.
Ela tirou as roupas dele , se ajoelhou, mordeu o pau dele devagarzinho....
Lambeu inteiro, o saco, pegou com a mão... Enfiou na boca tudo.
Fez um oral bem gostoso e molhado até ele não agüentar mais.
- Me dá leitinho dá Guto?
Ele até sem ar, gozou na boca daquela princesinha, a fazendo se lambuzar inteira com aquilo tudo e beber um pouco.
- To sujinha, me lava?
Ele deu um sorriso, nunca tinha transado com uma adolescente, achava divino aquela infantilidade e dependência... E se sentia ainda mais excitado.
Encheu a banheira e desta vez entrou com ela, passou espuma por todo o corpo dela, ficando duro novamente...
- To com uma vontade de chupar essa bucetinha gostosa gatinha, senta aqui na beiradinha... Deixa lamber essa grutinha, sentir seu gostinho de neném.
Ela ficou animada, sentou na beira da banheira e abriu as pernas, mandou um beijinho pra ele e disse:
-Me lambe vai? Me deixa gozar na sua boca.
Pra sua surpresa, marina tinha um piercing clitoriano!
Ele sempre quis provar uma mulher que tivesse.
Ficou um bom tempo beijando, chupando e mordendo ali... Introduzia os dedos às vezes naquela bucetinha já muito molhada de tesão... Ouvia ela gritar e dizer sacanagens, enquanto chupava ela sem pressa... Queria ser o melhor pra ela ali.
- Goza vai putinha, eu to mandando!Quero sentir seu gosto aqui na minha boca...
Lambia mais rápido e os dedos deslizavam com força até ela não agüentar e gozar tudo na boca dele.
Ele lambeu e deixou-a sequinha, a colocou dentro da banheira de novo e deixou ela descansar um pouquinho enquanto fazia carinho nela.
- Gozou né, minha deusinha... Ta toda molinha agora, deita a cabeça aqui no peito do titio e descansa.
Ficaram ali uns minutos até ele se levantar e se secar. Enrolou ela numa toalha e levou pra cama.
Ela disse:
- Agora me fode, Guto... Me deixa sentir esse pauzão inteiro em mim.
Ele riu e se animou.
Deitou ela de lado e ficou atrás, começou enfiando só um pouquinho porque marina era muito apertadinha e estava doendo um pouco.
-Que delicia de bucetinha meu bebê, tão pequenininha...
Ela respondeu:
- mete sem dó em mim, mete? To ficando louca de vontade.
Sem pensar duas vezes ele meteu tudo nela e forte. Ouvindo ela gritar e gemer, delirar com aquele pau inteiro nela.
- Que delicia Guto, mete em mim, me fode inteira... não fica com dó de mim não.
Ele socava fundo e com força, tirando o ar da menina às vezes e se segurando pra não gozar, ela era uma delicia!
-Eu vou gozar Guto, gozar tudo no seu pau.
Tremeu, gritou... E gozou intensamente deixando augusto lambuzado de gozo.
- Que gatinha levada, me sujou inteiro. Vai limpar agora!
Ela lambeu aquele pau inteiro, chupou um pouco e jogou augusto na cama...
-Eu quero ficar em cima agora.
Foi se agachando e ficava rebolando na cabeça do pau dele, ele delirava com aquilo.
Tinha que se concentrar pra não gozar ali... Ela ria e se divertia com aquilo... Cada vez mais levada.
Sem pensar em nada ele puxou ela pra baixo, entrando tudo...
- Aíí, que gostoso, você vai ver agora seu cachorro!
Subia e descia com vontade, rebolava bastante e gemia, o gemido dela era musica pra ele... começou então a fazer movimentos constantes e fortes.. ele batia na bunda dela com vontade... não agüentava mais e avisou que ia gozar, ela disse que ia também.
Gozaram juntos e forte... Ficando inconscientes por segundos.
Depois, ela beijou ele e disse:
- Gostoso... come meu rabinho come?
- como com prazer minha delicia, com prazer!
Ele pegou ela e colocou de quatro, enfiava o pau naquela bucetinha gozada e colocava no rabinho devagar , a menina se contorcia de desejo... queimava de desejo.
Até ficar confortável e gostoso... ele começou a bombar forte e com força.
-Fica bravo comigo, fica ?
- Sua putinha, dando o rabinho pra um cara que nunca te comeu antes, é isso que você faz com todos né? Você é muito puta mesmo.
Ela não se agüentou, rebolou bastante naquele pau, até sentir...
Avisou que ia gozar e gritou...
Ele acabou gozando junto.
Exaustos, se beijaram e sorriram.
Decidiram por um banho, essa história não acaba aqui.
Mas, por hoje é só.
Beijos.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Lindas e Perigosas.
Camila era uma mulher casada, mas jovem, e muito bonita.
Ruiva, pele muito branca e uma boca carnuda e viva, suas curvas eram grandes e fartas, e os olhos azuis, perigosamente linda.
Tinha ido morar em outra cidade com o então marido com vários planos e novas metas.
Com o passar do tempo, foi vendo que seu marido não era tão confiável, que ele a desvalorizava bastante, que tudo que ela fazia era o jantar e arrumar a casa, nunca tinha uma palavra de agradecimento.
Teve que dividir a atenção do marido com o filho do outro casamento,com os ataques da ex-mulher, tudo isso foi desgastando muito essa mulher.
Um dia, seu marido disse que tinha uma viagem para outro pais , Camila ficou anima pois achava que ia conhecer pessoas novas, culturas novas.
Mais tarde, no jantar, foi conversar sobre a viagem com o marido.
-Estou animada para viajar com você.
-Como?
-Ora, nossa viagem.
-Você não vai, eu vou.
O rosto de Camila ardeu como se o ateassem fogo de vergonha, trancou-se na sala e por horas repetia a mesma frase: ‘ Que vergonha, claro que ele não ia me levar, eu não presto pra nada’.
O marido de Camila era tão desatento que ela adormeceu na sala, ele no quarto e ele nem sentiu.
No outro dia, seu marido arrumou as malas e Camila permaneceu dormindo, depois de uma noite muito triste.
Ele passou na sala e se despediu com um abraço.
A menina ficou o dia todo em casa, sem se mover, na mesma posição naquela sala,se sentindo a ultima pessoa do mundo que deus olharia um dia.
A noite, sua amiga ligou, Era Betânia, mulher de um dos amigos de seu marido que também tinha ido viajar.
Betânia queria companhia, perguntou para Camila se poderia dormir em sua casa, pois, depois de casada nunca havia dormido sem o marido.
Betania chegou e percebeu o abatimento da amiga, que por sua vez contou tudo que havia lhe acontecido.
Sem remorso, betania disse tudo que pensava, disse também que estava passando pela mesma situação,que que as duas estavam sendo traídas e também disse que elas deveriam pagar na mesma moeda.
Depois de muito insistir, Betania conseguiu que a amiga se vestisse e saíram.
Foram para um barzinho da cidade.
Sentaram na mesa do centro, queriam ser vistas e desejadas.
Dito e feito, Sentaram-se dois homens, meia idade, aparentemente ricos e dispostos a pagar qualquer preço por uma boa mulher, imediatamente observaram as duas.
Os olhares e risos eram inevitáveis, até que tomaram coragem e pediram para se sentar.
-Podemos nos sentar com essas belas mulheres?
-Claro, porque não?
A conversa foi fundo, falaram da vida, dos relacionamentos,de dinheiro, até chegar no sexo.
Betania e Camila estavam tão soltas que contaram muitas histórias do que fizeram enquanto eram solteiras, e isso foi excitando seus companheiros.
O convite para um motel foi inevitável, e cheias de vingança aceitaram sem pestanejar.
A poucos metros da entrada, os amigos deram uma condição, os quatro teriam que ficar no mesmo quarto.
As amigas não viram problema nisso e assim foram.
Já chegando no quarto foram atacadas pelos meninos, sem piedade.
Beijos quentes, apertos nos seios,arranhões nas costas e muitos gemidos.
Naturalmente, betania enquanto se esfregava em seu parceiro, beijou Camila com vontade.
Camila sempre teve vontade de provar uma mulher, aquela era a oportunidade certa.
Camila deixou ser beijada e fez mais, veio trazendo betania lentamente para cama,
A amiga beijava os seios da outra com vontade.
Depois lambeu a barriga, e colocou os dedos para trabalhar.
Camila estava sendo masturbada , de um jeito único.
Enquanto Betania chupava Camila, estava sendo possuída de quatro.
Um tesão duplo.
Camila por sua vez, era masturbada por uma mulher e masturbava seu parceiro.
Mudaram de posição, agora cada uma com seu parceiro sentindo muito prazer.
Enquanto uma subia e descia no colo de um, a outra se abria toda de quatro.
Ambas sentindo o maior prazer da vida.
Beijaram-se mais vezes, transaram até gozar.
Os quatro satisfeitos, se beijaram e dormiram ali.
Se encontraram todos os dias daquelas duas semanas,
Quando os maridos chegaram as provas de que foram traídos eram inevitáveis.
Encontraram mulheres bonitas, cheias de luz, cujos celulares não paravam de tocar.
Quando procuravam as mulheres para sexo, eram desprezados.
Camila e Betania inverteram a situação de um modo profissional.
Suas aventuras juntas continuam até hoje, com os mesmos parceiros, no mesmo motel.
E o melhor, os dois maridos sabem, mas não falam nada.
Não achariam mulheres tão boas em nenhuma parte do mundo.
Ruiva, pele muito branca e uma boca carnuda e viva, suas curvas eram grandes e fartas, e os olhos azuis, perigosamente linda.
Tinha ido morar em outra cidade com o então marido com vários planos e novas metas.
Com o passar do tempo, foi vendo que seu marido não era tão confiável, que ele a desvalorizava bastante, que tudo que ela fazia era o jantar e arrumar a casa, nunca tinha uma palavra de agradecimento.
Teve que dividir a atenção do marido com o filho do outro casamento,com os ataques da ex-mulher, tudo isso foi desgastando muito essa mulher.
Um dia, seu marido disse que tinha uma viagem para outro pais , Camila ficou anima pois achava que ia conhecer pessoas novas, culturas novas.
Mais tarde, no jantar, foi conversar sobre a viagem com o marido.
-Estou animada para viajar com você.
-Como?
-Ora, nossa viagem.
-Você não vai, eu vou.
O rosto de Camila ardeu como se o ateassem fogo de vergonha, trancou-se na sala e por horas repetia a mesma frase: ‘ Que vergonha, claro que ele não ia me levar, eu não presto pra nada’.
O marido de Camila era tão desatento que ela adormeceu na sala, ele no quarto e ele nem sentiu.
No outro dia, seu marido arrumou as malas e Camila permaneceu dormindo, depois de uma noite muito triste.
Ele passou na sala e se despediu com um abraço.
A menina ficou o dia todo em casa, sem se mover, na mesma posição naquela sala,se sentindo a ultima pessoa do mundo que deus olharia um dia.
A noite, sua amiga ligou, Era Betânia, mulher de um dos amigos de seu marido que também tinha ido viajar.
Betânia queria companhia, perguntou para Camila se poderia dormir em sua casa, pois, depois de casada nunca havia dormido sem o marido.
Betania chegou e percebeu o abatimento da amiga, que por sua vez contou tudo que havia lhe acontecido.
Sem remorso, betania disse tudo que pensava, disse também que estava passando pela mesma situação,que que as duas estavam sendo traídas e também disse que elas deveriam pagar na mesma moeda.
Depois de muito insistir, Betania conseguiu que a amiga se vestisse e saíram.
Foram para um barzinho da cidade.
Sentaram na mesa do centro, queriam ser vistas e desejadas.
Dito e feito, Sentaram-se dois homens, meia idade, aparentemente ricos e dispostos a pagar qualquer preço por uma boa mulher, imediatamente observaram as duas.
Os olhares e risos eram inevitáveis, até que tomaram coragem e pediram para se sentar.
-Podemos nos sentar com essas belas mulheres?
-Claro, porque não?
A conversa foi fundo, falaram da vida, dos relacionamentos,de dinheiro, até chegar no sexo.
Betania e Camila estavam tão soltas que contaram muitas histórias do que fizeram enquanto eram solteiras, e isso foi excitando seus companheiros.
O convite para um motel foi inevitável, e cheias de vingança aceitaram sem pestanejar.
A poucos metros da entrada, os amigos deram uma condição, os quatro teriam que ficar no mesmo quarto.
As amigas não viram problema nisso e assim foram.
Já chegando no quarto foram atacadas pelos meninos, sem piedade.
Beijos quentes, apertos nos seios,arranhões nas costas e muitos gemidos.
Naturalmente, betania enquanto se esfregava em seu parceiro, beijou Camila com vontade.
Camila sempre teve vontade de provar uma mulher, aquela era a oportunidade certa.
Camila deixou ser beijada e fez mais, veio trazendo betania lentamente para cama,
A amiga beijava os seios da outra com vontade.
Depois lambeu a barriga, e colocou os dedos para trabalhar.
Camila estava sendo masturbada , de um jeito único.
Enquanto Betania chupava Camila, estava sendo possuída de quatro.
Um tesão duplo.
Camila por sua vez, era masturbada por uma mulher e masturbava seu parceiro.
Mudaram de posição, agora cada uma com seu parceiro sentindo muito prazer.
Enquanto uma subia e descia no colo de um, a outra se abria toda de quatro.
Ambas sentindo o maior prazer da vida.
Beijaram-se mais vezes, transaram até gozar.
Os quatro satisfeitos, se beijaram e dormiram ali.
Se encontraram todos os dias daquelas duas semanas,
Quando os maridos chegaram as provas de que foram traídos eram inevitáveis.
Encontraram mulheres bonitas, cheias de luz, cujos celulares não paravam de tocar.
Quando procuravam as mulheres para sexo, eram desprezados.
Camila e Betania inverteram a situação de um modo profissional.
Suas aventuras juntas continuam até hoje, com os mesmos parceiros, no mesmo motel.
E o melhor, os dois maridos sabem, mas não falam nada.
Não achariam mulheres tão boas em nenhuma parte do mundo.
sábado, 3 de abril de 2010
Luxuria demais, juizo de menos.
Ana era uma burguesinha de cidade pequena, tinha tudo que queria e não precisava de muito esforço.
Marcelo era um trabalhador da mesma cidade, motorista, morava sozinho mas estava sempre duro, queria se mudar daquela cidade, gostava de aventuras perigosas,mas nunca foi deslumbrado com ‘grana’.
Ana adorava transar com caras como Marcelo, sem compromisso e que não davam a mínima pra quantidade de dinheiro que ela valia.
Marcelo trabalhava para uma empresa que alugava carros, ia pra onde quer que os clientes queiram ir, sempre ganhava boas gorjetas, era um cara educado e charmoso.
Finalmente Ana tinha terminado o ensino médio e passado no vestibular, iria morar em uma cidade grande longe dos pais, o que a deixava excitadíssima.
Mas, sua mãe não permitiu que levasse o carro sozinha, tinha medo da violência.
Dias antes de Ana ir, teve a noticia de que não viajaria sozinha e nem menos dirigiria seu carro por ai, sua mãe tinha contratado um motorista para satisfazê-la 24 horas por dia.
Não gostou muito da idéia, pisou firme mas não teve jeito, no dia seguinte eles seriam devidamente apresentados.
Marcelo chegou cedo à casa de sua nova patroinha,que por sua vez nunca acordava cedo!
Sua mãe mandou uma das criadas acordar Ana para eles conversarem melhor.
Pronto, já era mais um motivo para Marcelo ser odiado.
Ana, por sua vez, não deixou barato.
Chegou no meio da sala do jeito que estava dormindo, de camisola.
Marcelo vendo aquela menina realmente gostosa assim, ficou totalmente louco.
Tentava esconder a excitação de qualquer modo, mas, estava muito difícil.
Ana, percebendo toda a situação, sentou na frente de Marcelo, abriu as pernas, e piscou para ele.
Marcelo teve um susto ao perceber que a menina estava sem calcinha, fixou os olhos entre as pernas dela e nada fazia ele parar de olhar.
A mãe de Ana os deixou sozinho para combinarem a hora que iriam partir, como iriam fazer, onde Marcelo iria dormir.
O rapaz já estava latejando de desejo, e Ana era uma devassa.
Quanto mais ele indicasse desejo mais ela iria provocá-lo.
- Você vai dormir na minha cama.
-Oi?
-Vai dormir comigo e vai me chupar toda noite.
-Eu não estou entendendo.
-Não meu gato ? já você vai entender...
Ana abriu um pouco mais as pernas, e já estava escorrendo de tesão, colocou os dedinhos devagar, começou uma masturbação muito sensual.
-Meus dedos estão representando seu pau, duro, aqui em mim, eu sei que você está duro, você acha que consegue disfarçar? Se não estivesse na minha casa já teria me comido , não é?
Ouvindo os passos, Ana fechou as pernas como se nada tivesse acontecido.
Sua mãe então pergunta se está tudo certo, Ana responde:
Sim, quinta feira sete e meia, não se atrase meu bem, beijos.
Marcelo foi pra casa e se masturbou várias vezes imaginando aquela patricinha devassa.
Os dias se arrastavam, e ele só pensava na quinta feira.
No dia combinado, Marcelo arrumou suas coisas e foi embora,
Passou na casa de Ana , e ela estava esperando, irritada pois ele tinha se atrasado.
Mas ele nem se importou com suas reclamações, a vendo daquele jeito.
Vestido de algodão que mal tampava aquela bunda linda.
Uma perna bronzeada e os pelos dourados, aqueles cabelos negros lisos e brilhantes e um decote que fez Marcelo perder a direção.
Já na viagem, o silencio foi inevitável, Marcelo estava constrangido por desejar tanto sua patroinha.
Passaram cidades, duas horas e eles não se comunicaram.
Até que...
-Celo, olha pra cá.
-Não posso senhora, estou dirigindo.
-Celo, eu sou sua senhora?
- É.
-Eu mando em você?
-De certa forma...
-Celo, você me acha sexy?
-Eu não quero falar disso.
-Eu estou mandando você me responder.
-Sim senhora, eu te acho sexy.
-Celo, você tem vontade de me chupar, não tem?
-A senhora está me deixando sem graça.
-Responde celo, não me deixe brava.
-Sim, eu tenho vontade de chupar você.
-Celo, ta molhando tudo aqui.
-Senhora, não está chovendo.
-Tá sim, olha aqui.
Quando Marcelo se virou para ver o que acontecia, Ana estava nua, de pernas abertas com
Se tocando loucamente.
-Senhora, se controle.
-Celo, você não manda em mim, eu mando em você!
-Me desculpe, senhora.
-Celo, seu pau ta pulsando, estou vendo daqui.
- É, com a senhora assim fica difícil me controlar.
-Celo, para o carro ai no acostamento.
Marcelo parou o carro no acostamento, passou um caminhoneiro e viu sua patricinha nua no banco de trás e o assédio foi inevitável!
-Senhora, se vista, é perigoso.
-Senta aqui no banco de trás.
-Senhora eu...
- É uma ordem.
Marcelo se sentou, Ana imediatamente começou a tirar as roupas de Marcelo, com ele nu , beijou, e já subiu em seu colo.
Rebolou e meteu loucamente, até sentir o gozo de Marcelo inteiro dentro dela!
-Você vai ser bem mais que meu motorista, amor.
-Mas eu não sou pago pra isso.
-Claro que não, mas não era o que você queria.
-Era, disse Marcelo rindo um pouco desajeitado.
-Pois é, eu quero isso todos os dias.
-Mas se sua mãe souber.
-Ela não tem que saber, eu mando em você, não ela.
-Então está bem.
Se pegaram mais vezes, a viagem que duraria 7 horas acabou durando 13.
Até hoje Ana manda em Marcelo e ele é o único homem que fica feliz em obedecer ordens de uma mulher.
Marcelo era um trabalhador da mesma cidade, motorista, morava sozinho mas estava sempre duro, queria se mudar daquela cidade, gostava de aventuras perigosas,mas nunca foi deslumbrado com ‘grana’.
Ana adorava transar com caras como Marcelo, sem compromisso e que não davam a mínima pra quantidade de dinheiro que ela valia.
Marcelo trabalhava para uma empresa que alugava carros, ia pra onde quer que os clientes queiram ir, sempre ganhava boas gorjetas, era um cara educado e charmoso.
Finalmente Ana tinha terminado o ensino médio e passado no vestibular, iria morar em uma cidade grande longe dos pais, o que a deixava excitadíssima.
Mas, sua mãe não permitiu que levasse o carro sozinha, tinha medo da violência.
Dias antes de Ana ir, teve a noticia de que não viajaria sozinha e nem menos dirigiria seu carro por ai, sua mãe tinha contratado um motorista para satisfazê-la 24 horas por dia.
Não gostou muito da idéia, pisou firme mas não teve jeito, no dia seguinte eles seriam devidamente apresentados.
Marcelo chegou cedo à casa de sua nova patroinha,que por sua vez nunca acordava cedo!
Sua mãe mandou uma das criadas acordar Ana para eles conversarem melhor.
Pronto, já era mais um motivo para Marcelo ser odiado.
Ana, por sua vez, não deixou barato.
Chegou no meio da sala do jeito que estava dormindo, de camisola.
Marcelo vendo aquela menina realmente gostosa assim, ficou totalmente louco.
Tentava esconder a excitação de qualquer modo, mas, estava muito difícil.
Ana, percebendo toda a situação, sentou na frente de Marcelo, abriu as pernas, e piscou para ele.
Marcelo teve um susto ao perceber que a menina estava sem calcinha, fixou os olhos entre as pernas dela e nada fazia ele parar de olhar.
A mãe de Ana os deixou sozinho para combinarem a hora que iriam partir, como iriam fazer, onde Marcelo iria dormir.
O rapaz já estava latejando de desejo, e Ana era uma devassa.
Quanto mais ele indicasse desejo mais ela iria provocá-lo.
- Você vai dormir na minha cama.
-Oi?
-Vai dormir comigo e vai me chupar toda noite.
-Eu não estou entendendo.
-Não meu gato ? já você vai entender...
Ana abriu um pouco mais as pernas, e já estava escorrendo de tesão, colocou os dedinhos devagar, começou uma masturbação muito sensual.
-Meus dedos estão representando seu pau, duro, aqui em mim, eu sei que você está duro, você acha que consegue disfarçar? Se não estivesse na minha casa já teria me comido , não é?
Ouvindo os passos, Ana fechou as pernas como se nada tivesse acontecido.
Sua mãe então pergunta se está tudo certo, Ana responde:
Sim, quinta feira sete e meia, não se atrase meu bem, beijos.
Marcelo foi pra casa e se masturbou várias vezes imaginando aquela patricinha devassa.
Os dias se arrastavam, e ele só pensava na quinta feira.
No dia combinado, Marcelo arrumou suas coisas e foi embora,
Passou na casa de Ana , e ela estava esperando, irritada pois ele tinha se atrasado.
Mas ele nem se importou com suas reclamações, a vendo daquele jeito.
Vestido de algodão que mal tampava aquela bunda linda.
Uma perna bronzeada e os pelos dourados, aqueles cabelos negros lisos e brilhantes e um decote que fez Marcelo perder a direção.
Já na viagem, o silencio foi inevitável, Marcelo estava constrangido por desejar tanto sua patroinha.
Passaram cidades, duas horas e eles não se comunicaram.
Até que...
-Celo, olha pra cá.
-Não posso senhora, estou dirigindo.
-Celo, eu sou sua senhora?
- É.
-Eu mando em você?
-De certa forma...
-Celo, você me acha sexy?
-Eu não quero falar disso.
-Eu estou mandando você me responder.
-Sim senhora, eu te acho sexy.
-Celo, você tem vontade de me chupar, não tem?
-A senhora está me deixando sem graça.
-Responde celo, não me deixe brava.
-Sim, eu tenho vontade de chupar você.
-Celo, ta molhando tudo aqui.
-Senhora, não está chovendo.
-Tá sim, olha aqui.
Quando Marcelo se virou para ver o que acontecia, Ana estava nua, de pernas abertas com
Se tocando loucamente.
-Senhora, se controle.
-Celo, você não manda em mim, eu mando em você!
-Me desculpe, senhora.
-Celo, seu pau ta pulsando, estou vendo daqui.
- É, com a senhora assim fica difícil me controlar.
-Celo, para o carro ai no acostamento.
Marcelo parou o carro no acostamento, passou um caminhoneiro e viu sua patricinha nua no banco de trás e o assédio foi inevitável!
-Senhora, se vista, é perigoso.
-Senta aqui no banco de trás.
-Senhora eu...
- É uma ordem.
Marcelo se sentou, Ana imediatamente começou a tirar as roupas de Marcelo, com ele nu , beijou, e já subiu em seu colo.
Rebolou e meteu loucamente, até sentir o gozo de Marcelo inteiro dentro dela!
-Você vai ser bem mais que meu motorista, amor.
-Mas eu não sou pago pra isso.
-Claro que não, mas não era o que você queria.
-Era, disse Marcelo rindo um pouco desajeitado.
-Pois é, eu quero isso todos os dias.
-Mas se sua mãe souber.
-Ela não tem que saber, eu mando em você, não ela.
-Então está bem.
Se pegaram mais vezes, a viagem que duraria 7 horas acabou durando 13.
Até hoje Ana manda em Marcelo e ele é o único homem que fica feliz em obedecer ordens de uma mulher.
Assinar:
Comentários (Atom)