Camila era uma mulher casada, mas jovem, e muito bonita.
Ruiva, pele muito branca e uma boca carnuda e viva, suas curvas eram grandes e fartas, e os olhos azuis, perigosamente linda.
Tinha ido morar em outra cidade com o então marido com vários planos e novas metas.
Com o passar do tempo, foi vendo que seu marido não era tão confiável, que ele a desvalorizava bastante, que tudo que ela fazia era o jantar e arrumar a casa, nunca tinha uma palavra de agradecimento.
Teve que dividir a atenção do marido com o filho do outro casamento,com os ataques da ex-mulher, tudo isso foi desgastando muito essa mulher.
Um dia, seu marido disse que tinha uma viagem para outro pais , Camila ficou anima pois achava que ia conhecer pessoas novas, culturas novas.
Mais tarde, no jantar, foi conversar sobre a viagem com o marido.
-Estou animada para viajar com você.
-Como?
-Ora, nossa viagem.
-Você não vai, eu vou.
O rosto de Camila ardeu como se o ateassem fogo de vergonha, trancou-se na sala e por horas repetia a mesma frase: ‘ Que vergonha, claro que ele não ia me levar, eu não presto pra nada’.
O marido de Camila era tão desatento que ela adormeceu na sala, ele no quarto e ele nem sentiu.
No outro dia, seu marido arrumou as malas e Camila permaneceu dormindo, depois de uma noite muito triste.
Ele passou na sala e se despediu com um abraço.
A menina ficou o dia todo em casa, sem se mover, na mesma posição naquela sala,se sentindo a ultima pessoa do mundo que deus olharia um dia.
A noite, sua amiga ligou, Era Betânia, mulher de um dos amigos de seu marido que também tinha ido viajar.
Betânia queria companhia, perguntou para Camila se poderia dormir em sua casa, pois, depois de casada nunca havia dormido sem o marido.
Betania chegou e percebeu o abatimento da amiga, que por sua vez contou tudo que havia lhe acontecido.
Sem remorso, betania disse tudo que pensava, disse também que estava passando pela mesma situação,que que as duas estavam sendo traídas e também disse que elas deveriam pagar na mesma moeda.
Depois de muito insistir, Betania conseguiu que a amiga se vestisse e saíram.
Foram para um barzinho da cidade.
Sentaram na mesa do centro, queriam ser vistas e desejadas.
Dito e feito, Sentaram-se dois homens, meia idade, aparentemente ricos e dispostos a pagar qualquer preço por uma boa mulher, imediatamente observaram as duas.
Os olhares e risos eram inevitáveis, até que tomaram coragem e pediram para se sentar.
-Podemos nos sentar com essas belas mulheres?
-Claro, porque não?
A conversa foi fundo, falaram da vida, dos relacionamentos,de dinheiro, até chegar no sexo.
Betania e Camila estavam tão soltas que contaram muitas histórias do que fizeram enquanto eram solteiras, e isso foi excitando seus companheiros.
O convite para um motel foi inevitável, e cheias de vingança aceitaram sem pestanejar.
A poucos metros da entrada, os amigos deram uma condição, os quatro teriam que ficar no mesmo quarto.
As amigas não viram problema nisso e assim foram.
Já chegando no quarto foram atacadas pelos meninos, sem piedade.
Beijos quentes, apertos nos seios,arranhões nas costas e muitos gemidos.
Naturalmente, betania enquanto se esfregava em seu parceiro, beijou Camila com vontade.
Camila sempre teve vontade de provar uma mulher, aquela era a oportunidade certa.
Camila deixou ser beijada e fez mais, veio trazendo betania lentamente para cama,
A amiga beijava os seios da outra com vontade.
Depois lambeu a barriga, e colocou os dedos para trabalhar.
Camila estava sendo masturbada , de um jeito único.
Enquanto Betania chupava Camila, estava sendo possuída de quatro.
Um tesão duplo.
Camila por sua vez, era masturbada por uma mulher e masturbava seu parceiro.
Mudaram de posição, agora cada uma com seu parceiro sentindo muito prazer.
Enquanto uma subia e descia no colo de um, a outra se abria toda de quatro.
Ambas sentindo o maior prazer da vida.
Beijaram-se mais vezes, transaram até gozar.
Os quatro satisfeitos, se beijaram e dormiram ali.
Se encontraram todos os dias daquelas duas semanas,
Quando os maridos chegaram as provas de que foram traídos eram inevitáveis.
Encontraram mulheres bonitas, cheias de luz, cujos celulares não paravam de tocar.
Quando procuravam as mulheres para sexo, eram desprezados.
Camila e Betania inverteram a situação de um modo profissional.
Suas aventuras juntas continuam até hoje, com os mesmos parceiros, no mesmo motel.
E o melhor, os dois maridos sabem, mas não falam nada.
Não achariam mulheres tão boas em nenhuma parte do mundo.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Luxuria demais, juizo de menos.
Ana era uma burguesinha de cidade pequena, tinha tudo que queria e não precisava de muito esforço.
Marcelo era um trabalhador da mesma cidade, motorista, morava sozinho mas estava sempre duro, queria se mudar daquela cidade, gostava de aventuras perigosas,mas nunca foi deslumbrado com ‘grana’.
Ana adorava transar com caras como Marcelo, sem compromisso e que não davam a mínima pra quantidade de dinheiro que ela valia.
Marcelo trabalhava para uma empresa que alugava carros, ia pra onde quer que os clientes queiram ir, sempre ganhava boas gorjetas, era um cara educado e charmoso.
Finalmente Ana tinha terminado o ensino médio e passado no vestibular, iria morar em uma cidade grande longe dos pais, o que a deixava excitadíssima.
Mas, sua mãe não permitiu que levasse o carro sozinha, tinha medo da violência.
Dias antes de Ana ir, teve a noticia de que não viajaria sozinha e nem menos dirigiria seu carro por ai, sua mãe tinha contratado um motorista para satisfazê-la 24 horas por dia.
Não gostou muito da idéia, pisou firme mas não teve jeito, no dia seguinte eles seriam devidamente apresentados.
Marcelo chegou cedo à casa de sua nova patroinha,que por sua vez nunca acordava cedo!
Sua mãe mandou uma das criadas acordar Ana para eles conversarem melhor.
Pronto, já era mais um motivo para Marcelo ser odiado.
Ana, por sua vez, não deixou barato.
Chegou no meio da sala do jeito que estava dormindo, de camisola.
Marcelo vendo aquela menina realmente gostosa assim, ficou totalmente louco.
Tentava esconder a excitação de qualquer modo, mas, estava muito difícil.
Ana, percebendo toda a situação, sentou na frente de Marcelo, abriu as pernas, e piscou para ele.
Marcelo teve um susto ao perceber que a menina estava sem calcinha, fixou os olhos entre as pernas dela e nada fazia ele parar de olhar.
A mãe de Ana os deixou sozinho para combinarem a hora que iriam partir, como iriam fazer, onde Marcelo iria dormir.
O rapaz já estava latejando de desejo, e Ana era uma devassa.
Quanto mais ele indicasse desejo mais ela iria provocá-lo.
- Você vai dormir na minha cama.
-Oi?
-Vai dormir comigo e vai me chupar toda noite.
-Eu não estou entendendo.
-Não meu gato ? já você vai entender...
Ana abriu um pouco mais as pernas, e já estava escorrendo de tesão, colocou os dedinhos devagar, começou uma masturbação muito sensual.
-Meus dedos estão representando seu pau, duro, aqui em mim, eu sei que você está duro, você acha que consegue disfarçar? Se não estivesse na minha casa já teria me comido , não é?
Ouvindo os passos, Ana fechou as pernas como se nada tivesse acontecido.
Sua mãe então pergunta se está tudo certo, Ana responde:
Sim, quinta feira sete e meia, não se atrase meu bem, beijos.
Marcelo foi pra casa e se masturbou várias vezes imaginando aquela patricinha devassa.
Os dias se arrastavam, e ele só pensava na quinta feira.
No dia combinado, Marcelo arrumou suas coisas e foi embora,
Passou na casa de Ana , e ela estava esperando, irritada pois ele tinha se atrasado.
Mas ele nem se importou com suas reclamações, a vendo daquele jeito.
Vestido de algodão que mal tampava aquela bunda linda.
Uma perna bronzeada e os pelos dourados, aqueles cabelos negros lisos e brilhantes e um decote que fez Marcelo perder a direção.
Já na viagem, o silencio foi inevitável, Marcelo estava constrangido por desejar tanto sua patroinha.
Passaram cidades, duas horas e eles não se comunicaram.
Até que...
-Celo, olha pra cá.
-Não posso senhora, estou dirigindo.
-Celo, eu sou sua senhora?
- É.
-Eu mando em você?
-De certa forma...
-Celo, você me acha sexy?
-Eu não quero falar disso.
-Eu estou mandando você me responder.
-Sim senhora, eu te acho sexy.
-Celo, você tem vontade de me chupar, não tem?
-A senhora está me deixando sem graça.
-Responde celo, não me deixe brava.
-Sim, eu tenho vontade de chupar você.
-Celo, ta molhando tudo aqui.
-Senhora, não está chovendo.
-Tá sim, olha aqui.
Quando Marcelo se virou para ver o que acontecia, Ana estava nua, de pernas abertas com
Se tocando loucamente.
-Senhora, se controle.
-Celo, você não manda em mim, eu mando em você!
-Me desculpe, senhora.
-Celo, seu pau ta pulsando, estou vendo daqui.
- É, com a senhora assim fica difícil me controlar.
-Celo, para o carro ai no acostamento.
Marcelo parou o carro no acostamento, passou um caminhoneiro e viu sua patricinha nua no banco de trás e o assédio foi inevitável!
-Senhora, se vista, é perigoso.
-Senta aqui no banco de trás.
-Senhora eu...
- É uma ordem.
Marcelo se sentou, Ana imediatamente começou a tirar as roupas de Marcelo, com ele nu , beijou, e já subiu em seu colo.
Rebolou e meteu loucamente, até sentir o gozo de Marcelo inteiro dentro dela!
-Você vai ser bem mais que meu motorista, amor.
-Mas eu não sou pago pra isso.
-Claro que não, mas não era o que você queria.
-Era, disse Marcelo rindo um pouco desajeitado.
-Pois é, eu quero isso todos os dias.
-Mas se sua mãe souber.
-Ela não tem que saber, eu mando em você, não ela.
-Então está bem.
Se pegaram mais vezes, a viagem que duraria 7 horas acabou durando 13.
Até hoje Ana manda em Marcelo e ele é o único homem que fica feliz em obedecer ordens de uma mulher.
Marcelo era um trabalhador da mesma cidade, motorista, morava sozinho mas estava sempre duro, queria se mudar daquela cidade, gostava de aventuras perigosas,mas nunca foi deslumbrado com ‘grana’.
Ana adorava transar com caras como Marcelo, sem compromisso e que não davam a mínima pra quantidade de dinheiro que ela valia.
Marcelo trabalhava para uma empresa que alugava carros, ia pra onde quer que os clientes queiram ir, sempre ganhava boas gorjetas, era um cara educado e charmoso.
Finalmente Ana tinha terminado o ensino médio e passado no vestibular, iria morar em uma cidade grande longe dos pais, o que a deixava excitadíssima.
Mas, sua mãe não permitiu que levasse o carro sozinha, tinha medo da violência.
Dias antes de Ana ir, teve a noticia de que não viajaria sozinha e nem menos dirigiria seu carro por ai, sua mãe tinha contratado um motorista para satisfazê-la 24 horas por dia.
Não gostou muito da idéia, pisou firme mas não teve jeito, no dia seguinte eles seriam devidamente apresentados.
Marcelo chegou cedo à casa de sua nova patroinha,que por sua vez nunca acordava cedo!
Sua mãe mandou uma das criadas acordar Ana para eles conversarem melhor.
Pronto, já era mais um motivo para Marcelo ser odiado.
Ana, por sua vez, não deixou barato.
Chegou no meio da sala do jeito que estava dormindo, de camisola.
Marcelo vendo aquela menina realmente gostosa assim, ficou totalmente louco.
Tentava esconder a excitação de qualquer modo, mas, estava muito difícil.
Ana, percebendo toda a situação, sentou na frente de Marcelo, abriu as pernas, e piscou para ele.
Marcelo teve um susto ao perceber que a menina estava sem calcinha, fixou os olhos entre as pernas dela e nada fazia ele parar de olhar.
A mãe de Ana os deixou sozinho para combinarem a hora que iriam partir, como iriam fazer, onde Marcelo iria dormir.
O rapaz já estava latejando de desejo, e Ana era uma devassa.
Quanto mais ele indicasse desejo mais ela iria provocá-lo.
- Você vai dormir na minha cama.
-Oi?
-Vai dormir comigo e vai me chupar toda noite.
-Eu não estou entendendo.
-Não meu gato ? já você vai entender...
Ana abriu um pouco mais as pernas, e já estava escorrendo de tesão, colocou os dedinhos devagar, começou uma masturbação muito sensual.
-Meus dedos estão representando seu pau, duro, aqui em mim, eu sei que você está duro, você acha que consegue disfarçar? Se não estivesse na minha casa já teria me comido , não é?
Ouvindo os passos, Ana fechou as pernas como se nada tivesse acontecido.
Sua mãe então pergunta se está tudo certo, Ana responde:
Sim, quinta feira sete e meia, não se atrase meu bem, beijos.
Marcelo foi pra casa e se masturbou várias vezes imaginando aquela patricinha devassa.
Os dias se arrastavam, e ele só pensava na quinta feira.
No dia combinado, Marcelo arrumou suas coisas e foi embora,
Passou na casa de Ana , e ela estava esperando, irritada pois ele tinha se atrasado.
Mas ele nem se importou com suas reclamações, a vendo daquele jeito.
Vestido de algodão que mal tampava aquela bunda linda.
Uma perna bronzeada e os pelos dourados, aqueles cabelos negros lisos e brilhantes e um decote que fez Marcelo perder a direção.
Já na viagem, o silencio foi inevitável, Marcelo estava constrangido por desejar tanto sua patroinha.
Passaram cidades, duas horas e eles não se comunicaram.
Até que...
-Celo, olha pra cá.
-Não posso senhora, estou dirigindo.
-Celo, eu sou sua senhora?
- É.
-Eu mando em você?
-De certa forma...
-Celo, você me acha sexy?
-Eu não quero falar disso.
-Eu estou mandando você me responder.
-Sim senhora, eu te acho sexy.
-Celo, você tem vontade de me chupar, não tem?
-A senhora está me deixando sem graça.
-Responde celo, não me deixe brava.
-Sim, eu tenho vontade de chupar você.
-Celo, ta molhando tudo aqui.
-Senhora, não está chovendo.
-Tá sim, olha aqui.
Quando Marcelo se virou para ver o que acontecia, Ana estava nua, de pernas abertas com
Se tocando loucamente.
-Senhora, se controle.
-Celo, você não manda em mim, eu mando em você!
-Me desculpe, senhora.
-Celo, seu pau ta pulsando, estou vendo daqui.
- É, com a senhora assim fica difícil me controlar.
-Celo, para o carro ai no acostamento.
Marcelo parou o carro no acostamento, passou um caminhoneiro e viu sua patricinha nua no banco de trás e o assédio foi inevitável!
-Senhora, se vista, é perigoso.
-Senta aqui no banco de trás.
-Senhora eu...
- É uma ordem.
Marcelo se sentou, Ana imediatamente começou a tirar as roupas de Marcelo, com ele nu , beijou, e já subiu em seu colo.
Rebolou e meteu loucamente, até sentir o gozo de Marcelo inteiro dentro dela!
-Você vai ser bem mais que meu motorista, amor.
-Mas eu não sou pago pra isso.
-Claro que não, mas não era o que você queria.
-Era, disse Marcelo rindo um pouco desajeitado.
-Pois é, eu quero isso todos os dias.
-Mas se sua mãe souber.
-Ela não tem que saber, eu mando em você, não ela.
-Então está bem.
Se pegaram mais vezes, a viagem que duraria 7 horas acabou durando 13.
Até hoje Ana manda em Marcelo e ele é o único homem que fica feliz em obedecer ordens de uma mulher.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Só meninas.
Sexta feira era dia de treinar vôlei no clube. Fez isso durante cinco anos de sua vida.
Ela vestia seu short de lycra , colocava sua regata e calçava os tênis.
Seu corpo ficava apetitoso naquelas roupas, e todos notavam.
Caminhava de casa até a quadra, era muito popular, era muito sensual.
Encontrou-se com as outras meninas e começou a aquecer.
logo após o treinador chegou com sua sobrinha, seria um novo membro da equipe.
Morena, cabelos lisos e finos que cobriam os ombros e paravam no meio das costas,
Rosto fino e olhos estupidamente verdes, Seios fartos e firmes, barriga reta e quadril deliciosamente largo.
Super comunicativa, sorriso largo e branco... enfim, linda.
O treino começou e viram que a sobrinha do treinador era um pouco mais avançada e como o tio , bastante exigente.
Sugou o máximo de esforço de todas durante as duas horas de treino.
Nossa veterana só conseguia olhar para os movimentos daquele corpo, parecia hipnotizada e assustada com aquele tesão que sentia pela nova companheira.
Para seu alivio, o horário do treino acabou...era a hora de tomar uma ducha e acalmar os ânimos.
Ela gostava de ser a ultima e ter o vestiário inteiro só para sua privacidade,
Sentou e esperou.
A sobrinha do treinador se aproximou e carinhosamente iniciou uma conversa.
-Você joga muito bem!
-Obrigado, você também, qual é seu nome?
-Me chamo Pâmela você eu já sei, Carolina.
-É, seu tio costuma me chamar muito.
- Só no treino? Perguntou maliciosamente.
-Não, em outros lugares também.
Levantou-se ao perceber que o vestiário já estava vazio.
No chuveiro, fechava os olhos e só conseguia pensar em Pámela, mais precisamente nas curvas que ela tinha.
Instintivamente começou a se tocar no banho, fazendo um movimento leve e prazeroso.
Sussurrava algumas palavras e se contorcia um pouco.
Quando chegou ao final, sentou-se um pouco no chão molhado pois as pernas já estavam tremulas.
Nesse momento, Pâmela sai de trás dos armários.
Aproveitando que Carolina estava com as pernas entreabertas, sem dizer nada colocou a boca em um movimento brusco entre as elas.
Chupou incansavelmente, enquanto chupava seu dedo brincava com os lábios da outra menina,
Carolina com os seios duros e os bicos pulsando mordia os dedos de pámela com vontade,
Como quem quisesse aliviar um pouco o tesão que sentia com aquela boca.
Depois de umedecer os dedos, Pâmela os penetrou em Carolina, começo devagar a fazendo gemer baixo e de um jeito muito gostoso.
Depois acelerou os movimentos, fazendo a menina rebolar de prazer.
Ao perceber que estava chegando à hora pámela retornou a boca e sugou todo o gozo.
Deliciou-se como uma gata, depois subiu e beijo a parceira.
-Sinta seu gosto bom.
- Não sabia que era tão gostoso.
-Você ajudou a ser, você me enlouqueceu quando te vi.
-Você também.
Exaustas de toda aquela agitação, banharam-se juntas e satisfeitas.
Mal sabiam que o treinador também estava escondido atrás dos armários!
Mas essa, é outra história.
Ela vestia seu short de lycra , colocava sua regata e calçava os tênis.
Seu corpo ficava apetitoso naquelas roupas, e todos notavam.
Caminhava de casa até a quadra, era muito popular, era muito sensual.
Encontrou-se com as outras meninas e começou a aquecer.
logo após o treinador chegou com sua sobrinha, seria um novo membro da equipe.
Morena, cabelos lisos e finos que cobriam os ombros e paravam no meio das costas,
Rosto fino e olhos estupidamente verdes, Seios fartos e firmes, barriga reta e quadril deliciosamente largo.
Super comunicativa, sorriso largo e branco... enfim, linda.
O treino começou e viram que a sobrinha do treinador era um pouco mais avançada e como o tio , bastante exigente.
Sugou o máximo de esforço de todas durante as duas horas de treino.
Nossa veterana só conseguia olhar para os movimentos daquele corpo, parecia hipnotizada e assustada com aquele tesão que sentia pela nova companheira.
Para seu alivio, o horário do treino acabou...era a hora de tomar uma ducha e acalmar os ânimos.
Ela gostava de ser a ultima e ter o vestiário inteiro só para sua privacidade,
Sentou e esperou.
A sobrinha do treinador se aproximou e carinhosamente iniciou uma conversa.
-Você joga muito bem!
-Obrigado, você também, qual é seu nome?
-Me chamo Pâmela você eu já sei, Carolina.
-É, seu tio costuma me chamar muito.
- Só no treino? Perguntou maliciosamente.
-Não, em outros lugares também.
Levantou-se ao perceber que o vestiário já estava vazio.
No chuveiro, fechava os olhos e só conseguia pensar em Pámela, mais precisamente nas curvas que ela tinha.
Instintivamente começou a se tocar no banho, fazendo um movimento leve e prazeroso.
Sussurrava algumas palavras e se contorcia um pouco.
Quando chegou ao final, sentou-se um pouco no chão molhado pois as pernas já estavam tremulas.
Nesse momento, Pâmela sai de trás dos armários.
Aproveitando que Carolina estava com as pernas entreabertas, sem dizer nada colocou a boca em um movimento brusco entre as elas.
Chupou incansavelmente, enquanto chupava seu dedo brincava com os lábios da outra menina,
Carolina com os seios duros e os bicos pulsando mordia os dedos de pámela com vontade,
Como quem quisesse aliviar um pouco o tesão que sentia com aquela boca.
Depois de umedecer os dedos, Pâmela os penetrou em Carolina, começo devagar a fazendo gemer baixo e de um jeito muito gostoso.
Depois acelerou os movimentos, fazendo a menina rebolar de prazer.
Ao perceber que estava chegando à hora pámela retornou a boca e sugou todo o gozo.
Deliciou-se como uma gata, depois subiu e beijo a parceira.
-Sinta seu gosto bom.
- Não sabia que era tão gostoso.
-Você ajudou a ser, você me enlouqueceu quando te vi.
-Você também.
Exaustas de toda aquela agitação, banharam-se juntas e satisfeitas.
Mal sabiam que o treinador também estava escondido atrás dos armários!
Mas essa, é outra história.
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